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Opinião

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Pontos de Interesse - Trilho São Martinho de Outeiro

Museu do Pão (Lugar de Além do Rio)

Museu do PãoSedeado no edifício da antiga Escola Primária de Além do Rio, encontra-se o Museu do Pão. Após a desactivação deste antigo estabelecimento de ensino, em 1990, de imediato a Autarquia proveu à sua aquisição, assegurando a sua afectação a fins do interesse da freguesia. Posteriormente, numa iniciativa da Junta de Freguesia de Outeiro a que a Câmara Municipal deu total apoio, foi criado em Outubro de 2001 o Núcleo Museológico do Pão de Outeiro, mais conhecido por Museu do Pão. Neste espaço encontramos representado todo o ciclo produtivo do Pão, desde a sementeira do milho até à cozedura no formo de lenha, numa recriação fiel de um ritual que desde tempos ancestrais, se encontra intrinsecamente associado à própria subsistência da comunidade. Este equipamento cultural encontra-se hoje integrado na Rede Concelhia de Núcleos Museológicos, liderada pelo Museu de Traje.

  Igreja Paroquial (Lugar de Outeirinho)

igrejaparoquial.jpgO edifício da Igreja Paroquial será provavelmente o ex-libris do património arquitectónico da freguesia de Outeiro. Estamos presente um edifício de planta rectangular, de dimensões médias, com uma orientação clássica nascente/poente, ladeado por torre sineira. Desconhece-se em rigor a data da sua fundação primitiva, sendo que a sua configuração actual resulta de diversas obras e restauros realizados ao longo dos tempos, como assim o atesta a data de 1690 gravada no frontispício. Não obstante, encontramos as primeiras referências conhecidas a este espaço de culto, na carta do Couto de S. Martinho datada de 1176. Posteriormente, encontramos nova referência nas inquirições de D. Afonso III, de 1258, havendo ainda registos sobre o Tombo da Igreja de São Martinho de Outeiro, datado de 1540.

Centro Cívico (Lugar de Outeirinho)

Agregando todo o espaço compreendido entre o novo Parque em frente à Igreja Paroquial e o Polidesportivo, resulta de um grande esforço empreendido pela Junta de Freguesia na aquisição de várias parcelas de terreno que hoje o integram. Igualmente determinante para a sua concretização, foi a parceria estabelecida com os regantes do rego do Maral, onde se situam as represas de água em frente ao Cemitério. Até ao início da sua requalificação, em 1986, compunha-se de espaço com terrenos mal cultivados, silvedos, giesta e penedio A inauguração da primeira fase desta estrutura, data de 11 de Novembro de 1989.
 
Azenha de Copos do Maral (Lugar de Outeirinho)

Propriedade de Maciel da Fonte (Videira) e de Mário Veiga (Cosme), tem gravada na sua entrada a data de 1900, sendo de crer ser muito mais antiga.
Encontrava-se há mais de 30 anos em completo abandono sendo, em 1995, elaborado um protocolo entre os proprietários e a Junta de Freguesia, que a recuperou, e integrou no Museu do Pão, sendo sempre mostrada nas visitas ao Museu.
A azenha serve para moer o milho, transformando-o em farinha, de que faz ou pão (broa). É uma azenha copeira, o que quer dizer que a sua roda exterior é movimentada pela água trazida por uma levada, que a encaminha para “copos” que, depois de cheios, vão com o seu peso fazer a roda girar, podendo funcionar com um caudal de água pequeno.

Calvário (Lugar de Outeirinho)

O Calvário (em aramaico Gólgota), era o nome dado à colina onde na época de Jesus Cristo se consumava a crucificação dos condenados.
Não será pois de estranhar a sua recriação num percurso íngreme, procurando imergir no caminho para as coisas do alto, o espírito daqueles que o percorrem.
Composto por treze cruzes graníticas representativas de outros tantos momentos que Cristo viveu na Sua Paixão, tem início na Igreja Paroquial e termina no monte que igualmente se designa de Calvário. Nesta forma de expressão cultural de particular índole religiosa, a pedra fria e desnudada perpetua no tempo o sofrimento de Cristo e o Seu esforço pela salvação da humanidade.
 
Alminhas de São Francisco de Assis (Lugar de Romãe)

Inauguradas em Novembro de 2011, foram construídas por iniciativa de Amândio Rego, com apoio dos habitantes do lugar de Romãe, da Fabrica da Igreja e Junta de Freguesia. Pela sua construção recente, atestam do fervor que esta comunidade reserva à memória dos seus santos.

Capela de São Francisco de Paula (Lugar de Romãe)

Propriedade da Casa Paínhas, situa-se no lugar de Romãe. Foi mandada erigir em 1885 pelo Comendador Francisco Paínhas, tendo as suas obras terminado em 1887. Além do corpo do edifício, possui um escadório composto por 79 degraus.
O seu mentor, Comendador Francisco Paínhas nasceu em Outeiro, tendo posteriormente emigrado para o Brasil, onde granjeou grande sucesso. Para além de importantes obras de cariz pessoal e familiar, mandou construir, suportando a expensas próprias, a primeira Escola Primária da freguesia, doando ainda outros avultados benefícios para a sua comunidade.

Casa do Paínhas (Lugar de Romãe)

Casa senhorial da família com o mesmo nome, mandada construir em 1885 pelo Comendador Francisco Paínhas, emigrante de muito sucesso em terras brasileiras.

Marco Geodésico

Mais conhecido por talefe, situa-se na Serra de Santa Luzia a uma cota de 400/500m, distando da costa atlântica cerca de 5 Km. Trata-se de um sinal com uma posição cartográfica exacta, que forma parte de uma rede de triângulos com outros vértices geodésicos. Localizam-se em sítios altos e isolados com linha de visão para outros vértices. A rede geodésica portuguesa é formada por vértices geodésicos que se dividem em três ordens de importância: 1ª Ordem - pirâmides distando 30 a 60 km entre si, 2ª Ordem - cilindro + cone listados distando 20 a 30 km entre si, e 3ª Ordem - cilindro + cone distando 5 a 10 km.

Parque Eólico

O Parque Eólico I, Propriedade da Gernerg, Ventos de Viana do Castelo, Lda, situa-se em plena Serra de Santa Luzia, tendo iniciado a sua produção em 2005. O Parque Eólico II, propriedade da ENEOP 2 em 2010, tiveram  um investimento global superior a 45.000.000 milhões de euros, sendo  instalandos 7 aerogeradores em território de Outeiro, 5 em Carreço e 1 na Areosa.

Casa do Guarda de Fonte Chãos

Situada na Serra de Santa Luzia, foi mandada construir em 1950 pelo Estado Novo, tendo então como primordial função, dar habitação ao Guarda Florestal, ao qual incumbia o controlo de todos os movimentos do espaço florestal da sua área. De salientar que na altura praticamente não havia incêndios florestais. Com as novas políticas pós 25 de Abril de 1974, foram votadas a total abandono, sendo-lhes roubado tudo o que de útil poderiam ter.
Em Outeiro, existe ainda a do lugar de Valadares em razoável estado de conservação.

Alminhas do Padrão

Dada a ancestralidade e as características rurais desta freguesia, não será de admirar que muitas tradições, crenças, rezas e benzeduras populares, povoem as memórias dos nossos anciãos que, não raras vezes em saudável convívio familiar, encantam os mais novos com as suas histórias de insigne saber.
Pelo testemunho do Senhor Avelino Araújo com 90 anos de idade, foi-nos referido que já ouvira dizer o seu avô que aquelas alminhas, compostas apenas por um inestético bloco granítico, haviam ali sido erigidas em memória de um homem assassinado naquele local. Não sendo possível à data atestar inequivocamente deste facto, pelo legado fielmente transmitido entre gerações, presume-se que assim tenha se tenha verificado.

Alminhas do Farinhoto (Lugar da Costa)

Assim conhecidas por estarem colocadas no muro da Casa do Farinhoto. Não existe registo nem depoimento sobre estas Alminhas, apenas se sabe que são muito antigas.

Capela de São Miguel (Lugar da Costa)

É uma das Capelas mais antigas da freguesia, não havendo registos da sua construção. Nas últimas décadas tem sido objeto de melhoramentos. Trata-se de uma das duas Capelas pertencentes à Fabrica da Igreja -a outra é a da Senhora da Misericórdia no lugar de Mezieiro.

Capela de La Salette (Lugar da Costa)

Mandada construir em 1868 por Frei Manuel da Ressurreição Sobreira, egresso do Convento de S. Francisco, nascido na Casa do Sobreira, e Pe. José Joaquim Gonçalves Borlido, Vigário da Paróquia de Outeiro, nascido na Casa do Joaquim, ambas do lugar de Vilares. Para além da Capela é de realçar o imponente escadório. É propriedade da Casa do Joaquim.

Capela de Santo Ovídeo (Lugar de Vilares)

Mandada construir na segunda metade do século XIX, por Frei Manuel da Ressureição Sobreira. Mais conhecida por Capela de Santo Ouvido, advogado das doenças dos ouvidos. É propriedade da Casa do Sobreira. É a mais pequena capela da freguesia.

Parque de Merendas de Vilares (Lugar de Vilares)

É propriedade da Junta de Freguesia, tendo sido inaugurado em Novembro de 2011. Construído na maior parte em terrenos da freguesia e ainda em terrenos adquiridos pela Autarquia, é composto por 12 mesas e bancos em granito, várias árvores, das quais se destacam 5 oliveiras, tendo ainda ao dispor uma bica de água. A sul é contornado pelo ribeiro de Vilares.

Museu do Pão (Lugar de Além do Rio)

De regresso ao local de partida, poderá agora no Museu do Pão, presenciar todo o processo do ciclo do Pão, desde a sementeira até ao fabrico da saborosa broa. Todos os passos da sua confecção, são passíveis de observação. No final, como corolário pelo esforço despendido na caminhada, poderá saborear a broa ainda quente, acompanhada do saboroso mel de Outeiro. Quem de paladar mais exigente, poderá ainda deliciar-se com as sopas de vinho com broa, com os saborosos bolos de sardinha, chouriça sanguinha, chouriço de carne, e com o caldo verde, invariavelmente acompanhados do bom vinho verde tinto de Outeiro, qual “conforto para o corpo e aconchego para a alma”!